Fazer sexo faz bem? É o que dizem! Cada vez há mais evidências a demonstrar que o sexo pode ser benéfico para a saúde.
Embora os motivos por trás dos benefícios trazidos pelo sexo ainda sejam desconhecidos, confira uma pequena lista de melhoras na saúde que as pessoas que fazem sexo frequentemente têm.
Um estudo realizado no Reino Unido descobriu que homens que fazem sexo ao menos duas vezes por semana vivem mais que aqueles que fazem sexo menos de uma vez por mês. Um estudo feito nos Estados Unidos fez descobertas semelhantes, enquanto um estudo sueco que examinou a vida sexual de homens com mais de 70 anos descobriu que aqueles que morreram antes de completar 75 anos tinham parado a vida sexual ainda jovens. Nas mulheres, não foram encontrados resultados semelhantes, mas a pesquisa americana descobriu que aquelas que afirmavam ter prazer durante o sexo viviam mais do que as que não gostavam do acto sexual.
Um estudo britânico descobriu que as pessoas que fazem sexo duas vezes por semana ou mais frequentemente têm menores probabilidades de sofrer com ataques cardíacos e outros problemas cardíacos fatais. As pessoas que fazem sexo apenas uma vez por mês têm o dobro de probabilidades de terem este tipo de problema, quando comparados com as com maior frequência sexual.
Pessoas que fazem sexo com mais frequência geralmente têm tensão arterial mais baixa, de acordo com alguns estudos. Além disso, Stuart Brody descobriu que as pessoas que têm uma vida sexual activa têm menores picos de tensão arterial durante situações stressantes.
Um estudo francês descobriu que as mulheres que fazem sexo vaginal com pouca frequência têm três vezes mais probabilidades de ter cancro da mama, quando comparadas com mulheres com uma vida sexual mais activa.
Uma pesquisa realizada nos Estados Unidos aponta para que os homens que fizeram sexo mais de três mil vezes durante a vida têm 50% menos probabilidades de desenvolver cancro da próstata que aqueles que têm menor frequência sexual. Ainda não se sabe por que isso acontece, mas estudos mostram que homens que fazem mais sexo têm um melhor funcionamento da próstata, além de eliminar mais resíduos no sémen, o que pode ter impacto sobre os riscos deste tipo de cancro.
Várias pesquisas mostram que o sexo ajuda a aliviar dores na coluna, além de melhorar as enxaquecas.
Um estudo feito na Alemanha descobriu que adultos que fazem sexo mais frequentemente tendem a ser mais magros. O sexo queima cerca de 60 calorias, o que soma aproximadamente 700 calorias durante um mês inteiro de sexo três vezes por semana.
Um grupo de homens sujeitos a tratamento para a disfunção eréctil tiveram melhoras nos níveis de testosterona quando passaram a fazer sexo mais frequentemente. Aqueles que tiveram uma actividade sexual oito vezes por mês tiveram um aumento maior da hormona do que aqueles que tiveram uma frequência sexual menor.
Mulheres nigerianas que estavam a entrar na menopuasa sentiram menos ondas de calor quando faziam sexo mais frequentemente. De acordo com Brody, isso acontece porque o sexo ajuda a regular os níveis hormonais do corpo, o que pode ajudar a amenizar os efeitos da menopausa nas mulheres.
Três estudos mostram que homens que fazem sexo regularmente têm um maior volume de sémen, uma maior contagem de espermatozóides e um esperma mais saudável.
Edição: arcodavelha.eu Fonte: CNN
Um estudo chegou à conclusão que milhões de mulheres bebem álcool antes de ter relações sexuais, porque elas não têm “confiança” no seu corpo.
Quase metade dos entrevistados disseram que preferem sexo sob a influência de álcool porque os ajuda a desinibir-se e a serem mais aventureiros.
Os investigadores, que examinaram 3.000 mulheres com idade entre 18 e 50 anos, chegaram à conclusão que:
Kathryn Lakeland de Femfresh, que realizou o estudo, disse que os resultados mostraram como as mulheres tem uma grave falta de confiança, em si e sobretudo no seu corpo.
Fonte: dailymail.co.uk (Ideia: osdeusesdevmestarloucos)
Há algum tempo começamos aqui com uma espécie de sondagem para elaborar uma lista/ranking das músicas mas insólitas/estranhas/curiosas. Não andamos à procura das piores… mas sim das mais insólitas/estranhas/curiosas. Vamos aqui adiantar uma lista de 16 músicas, que já nos chegaram. Continuem a sugerir músicas do género…
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Nel Monteiro – Puta Vida Merda Cagalhões |
Graciano Saga – Mulheres peludas |
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Rosinha – Levo no Pacote |
Linda – Pega na Gaita |
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Zé Cabra – Chupa Misto |
José Cid – Favas com Chouriço |
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Joana – O meu Zé tem vara curta |
Heavy C – Corno |
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Jorge Ferreira – Carro Preto |
Adão Freitas – Chuguinho da Belinha |
Rosinha – Ele enterra bem |
Rosinha – Com a boca no pipo |
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(…) – Tudo lá dentro |
Eduardo Mourato – O Mar dos Açores |
| Rui Alves – Ela já tem cabo | Nélio Marques – A minha porca |
| Zé do Pipo- Cereais Nuku | Zé do Pipo – Ela comeu no redondo |
| Júlio Miguel e Lêninha – O Filho do Recluso |
E que tal o Viagra também existir em forma de creme? Cientistas de Nova York estão a investigar a acção dos remédios para a disfunção eréctil em forma de creme para aplicação directamente na pele o que pode ser até mais seguro. Para já os estudos em ratos sugerem que o Viagra, Levitra e Cialis podem passar através da pele .
A pesquisa, publicada no Journal of Sexual Medicine, pode significar menos efeitos colaterais, e até mesmo acelerar significativamente a acção do medicamento.
No entanto, pode ainda demorar uma década até o “creme” estar pronto a ser comercializado.
O tempo de resposta às nanopartículas “introduzidas” através da pele foi muito curto, apenas alguns minutos, que é basicamente o que as pessoas querem de um medicamento para a disfunção erétil. Já no caso dos medicamentos por via oral pode levar de 30 minutos a uma hora para fazer efeito.”
Fonte: BBC News
Um estudo realizado pela Universidade de Radboud (Holanda) e publicado no “Journal of Experimental and Social Psychology” conclui que os os homens perdem capacidade de concentração e de raciocínio depois de manterem conversa com mulheres bonitas.
Quarenta estudantes do sexo masculino foram submetidos a testes de memória antes e depois de terem contactado durante sete minutos com uma pessoa do mesmo sexo e outra do sexo feminino.
Os resultados provaram que quanto mais impressionados os homens ficavam, mais tempo demoravam a responder e menos acertava nas respostas dadas.
O estudo afirma que em situações semelhantes os homens mudam para um comportamento caracterizado pelo que denominam de “reprodução concentrada”, pois estão programados para transmitir os seus genes e só conseguem pensar em fazê-lo.
Os mesmos testes realizados em mulheres revelaram que o poder de concentração e raciocínio não sofreu alterações.
Fonte: Record
Os homens e mulheres cujas coxas têm circunferência superior a 60 cm têm menor risco de desenvolver doenças cardíacas, aponta um estudo do Hospital da Universidade de Copenhaga, na Dinamarca. O estudo envolveu 3.000 pessoas e foi foi publicado na revista especializada “British Medical Journal”.
O benefício ocorre mesmo quando factores como gordura corporal, cigarros e colesterol do sangue são levados em consideração, afirmam os cientistas.
Para os investigadores, aqueles com coxas estreitas podem não ter massa muscular suficiente para processar a insulina de maneira apropriada, aumentando o risco de diabetes e, por consequência, de doenças cardíacas.
Os especialistas, no entanto, ressaltaram que esta investigação precisa ser corroborada por outros estudos.
Eles dizem que ainda é cedo para mudar as orientações sobre dietas e exercícios para evitar doenças cardíacas, mas que a circunferência da coxa pode ser usada como um sinal de risco.
O estudo acompanhou 3.000 homens e mulheres na Dinamarca durante mais de dez anos. Aos voluntários foram medidas a altura, circunferência das coxas, cintura, quadris e o peso. A percentagem de gordura corporal também foi calculada.
A circunferência da coxa foi medida logo abaixo dos glúteos. Os investigadores ainda avaliaram os níveis de actividade física dos participantes, se eles eram fumadores, a sua tensão arterial e os níveis de colesterol.
O estudo monitorizou a incidência de doenças cardíacas nos pacientes durante mais de dez anos e a taxa de mortes por um período de 12 anos e meio.
Durante este período, 257 homens e 155 mulheres morreram, 263 homens e 143 mulheres desenvolveram doenças cardiovasculares e 103 homens e 34 mulheres sofreram de doenças cardíacas.
Segundo os pesquisadores, aqueles com as coxas menores – de circunferência inferior a 50 cm – tinham o dobro de risco de morte prematura ou de desenvolver sérios problemas de saúde.
“O aumento do risco deu-se independentemente da obesidade geral e abdominal e de factores de risco cardiovasculares ou ligados ao estilo de vida, como tensão arterial”, disse Berit Heitmann, que chefiou a pesquisa.
“Além disso, concluímos que o risco estava mais relacionado com a circunferência das coxas do que com a da cintura”, completou.
“É uma medida muito simples, muito grosseira, mas parece ter um efeito individual. E pode ser uma forma dos médicos avaliarem os riscos.”
“O bom é que se tiver coxas finas pode fazer algo, como exercitar-se.”
Estudos anteriores já indicaram que uma cintura com circunferência superior a 88,9 cm para as mulheres e a 101,6 cm para os homens indica alto risco de desenvolver diabetes e doenças cardíacas.
A equipa do Hospital da Universidade de Copenhaga afirma que o risco demonstrado por coxas “estreitas” pode ser associado à baixa massa muscular.
Os cientistas afirmam que esta baixa massa muscular pode fazer com que o corpo não responda bem à insulina, aumentando o risco de diabetes tipo 2 e, a longo prazo, de desenvolvimento de doenças cardíacas.
Baixos índices de gordura também podem provocar mudanças adversas no modo como o corpo processa os alimentos.
Mas para a enfermeira especializada em doenças cardíacas Judy O’Sullivan, da British Heart Foundation, “ainda não há provas suficientes para confirmar que a baixa circunferência da coxa afecte o risco de alguém desenvolver doenças cardiovasculares”.
“Mas a baixa massa muscular está associada ao baixo nível de actividades físicas, considerado um factor de risco já estabelecido para o desenvolvimento de doenças cardíacas”, disse ela.
Fonte: BBC Brasil
Desejo carnal, aliviar uma enxaqueca ou mesmo a vontade de transmitir uma doença ao parceiro, estão entre as 237 razões para fazer amor citadas num estudo que questiona o estereótipo das diferenças entre homem e mulher relativamente ao sexo.
Homens e mulheres partilham afinal das mesmas motivações para ter relações sexuais, segundo uma pesquisa publicada no Archives of Sexual Behavior (Arquivos do Comportamento Sexual).
Vinte das 25 principais razões apontadas pelos participantes eram iguais para os dois sexos, destacando-se, no primeiro lugar, a atracção física, seguida do desejo de ter prazer e de sentir-se bem.
O estudo foi realizado junto de 1.549 estudantes entre os 18 e 22 anos da Universidade do Texas e baseia-se nas respostas a um questionário que detalhava 237 razões que levam as pessoas a fazer amor.
A necessidade de «exprimir amor» e «demonstrar afeição» figuram igualmente entre os dez primeiros motivos para ter relações sexuais, tanto por parte dos homens como das mulheres.
Esta dimensão sentimental é, no entanto, mais referida pelas mulheres, que posicionam estes motivos nos 4º e 5º lugar da lista, do que pelos os homens (5º e 8º lugar).
«Este estudo desmonta o estereótipo segundo o qual os homens fazem amor por puro desejo carnal, ao contrário das mulheres que são sobretudo motivadas pelos sentimentos», sublinharam os autores da pesquisa, Cindy Meston e David Buss, professores de psicologia da Universidade do Texas.
Os investigadores começaram por pedir a 444 homens e mulheres entre os 17 e 52 anos que elaborassem uma lista de razões pelas quais, na sua opinião, as pessoas fazem amor.
As 237 seleccionadas foram mais tarde submetidas aos 1.549 estudantes de psicologia que participaram no inquérito.
«Descobrimos que as pessoas também fazem amor por razões absolutamente espantosas», salientou Cindy Meston.
Os participantes indicaram, por exemplo, que tinham relações sexuais por «aborrecimento», para «srem promovidos», «celebrar uma ocasião especial», «fazer desaparecer uma enxaqueca» ou ainda «sentir-se mais próximo de Deus».
A psicóloga mostrou-se surpreendida por esta última razão.
«A maior parte dos estudos referem que as pessoas religiosas tem muitas vezes problemas com a sua sexualidade», comentou, acrescentando que algumas teorias estabelecem uma ligação estreita entre o sexo e a fé religiosa.
Alguns dos motivos para fazer amor são também «muito chocantes» como «o desejo de infectar alguém com uma doença sexualmente transmissível», adiantou a psicóloga.
O desejo de procriar apareceu apenas na 55ª posição da lista de motivos para ter relações sexuais.
Mas a maioria tem motivos egoístas, com financeira ou recompensas materiais um fator importante por trás de muitos encontros sexuais.
Este estudo foi elevado a cabo para conhecer melhor os motivos que levam as pessoas a fazer amor e com os resultados permitir melhorar a educação sexual, elaborar estratégias mais eficazes para combater a transmissão da SIDA e de outras doenças venéreas e conceber melhores tratamentos psiquiátricos para as que têm problemas sexuais, explicou ainda Cindy Meston.
É “oficial”: os russos são os piores turistas do mundo, vencendo os alemães na disputa do 1ª lugar! Pelo menos é o que acham os turistas britânicos!
Uma pesquisa feita pelo site Real Holiday Reports, que ouviu mais de 1.000 ingleses que foram passar férias fora da Inglaterra neste verão – a Espanha, França, Chipre, Malta, Itália, Turquia, Grécia e Portugal.
A maioria (um terço) considerou os russos muito “para baixo” e até os apelidaram dos “novos alemães”. São pouco “boa onda”.
Segundo a pesquisa, os britânicos queixam-se de que os russos são ocupam os lugares das espreguiçadeiras nas piscinas dos hotéis, comem “quase tudo” e ainda colocam num saco para levar comida para o quarto, arrotam, tentam roubar lugares nas filas de espera e vestem-se como de fatos de treino e bonés.
Segundo a especialista em férias Gary Hewitt, que administra o site: “Temos sido inundados com reclamações sobre os russos. Pessoas comentam que eles são rudes, e não sabem ocupar apenas os seus lugares”.
Nos últimos 10 anos o número de turistas russos que deixaram a Rússia para uma pausa ao sol quadruplicou dos cerca de 2 milhões em 1995 para mais de 8 milhões este ano.
Fonte: Ananova | Real Holiday Reports
Freddie Mercury, ex-vocalista dos Queen, é (ou melhor: era) o portador do bigode favorito (“Britain’s Greatest Ever Moustache”) na Grã-bretanha, apurou um estudo do site TacheBack, do comediante inglês Leigh Francis.
Da lista dos bigodes favoritos constaram ainda, em segundo lugar, o do actor John Cleese. O ex-secretário de Estado Lord Kitchener ficou em , Charlie Chaplin em quarto e, David Seaman ex guarda redes da selecção inglesa de futebol em quinto.
Leigh Francis faz esta campanha/concurso7estudo para angariar fundos para a luta contra o cancro.
A votação de 3.000 homens foi realizado por Remington para apoiar a iniciativa da Campanha de Cancro Masculino Everyman’s Tacheback, que recolhe fundos para combater o cancro testicular e da próstata.
Mercury faleceu a 24 de Novembro de 1991, vítima de Sida.
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| Freddie Mercury | John Cleese | Lord Kitchener | Charlie Chaplin | David Seaman |
Edição: arcodavelha.eu
Os rapazes têm melhores notas quando estudam em colégios só para rapazes comparados com os que frequentam escolas mistas, onde as meninas normalmente os superam, mostrou uma pesquisa recente feita na Nova Zelândia.
O estudo, da Universidade de Otago, comparou o desempenho escolar de mais de 900 meninos e meninas no Ensino Médio de escolas mistas e separadas na Nova Zelândia. Quando os estudantes estavam em escolas separadas pelo sexo, a tendência subtil era de que que os meninos tivessem um desempenho melhor do que o das meninas.
Em escolas mistas, no entanto, havia uma clara tendência de que as meninas superassem os meninos, num padrão consistente pelo menos até os 25 anos. “Estas descobertas são coerentes com o argumento de que escolas separadas por género reduzem ou eliminam a diferença entre meninos e meninas nos resultados escolares”, disse Sheree Gibb, da equipa de pesquisas.
O estudo foi publicado pela revista Australian Journal of Education.
Edição: arcodavelha.eu Fonte: Terras Notícias